Encontre todas as notícias, análises e reportagens especiais dedicadas ao tema tecnologia.
Esqueça a paixão orgânica. Nos bastidores do Gshow, o vencedor já foi decidido por fazendas de cliques, testes de estresse e modelos preditivos.
Esqueça a briga de egos entre bilionários. Nos corredores da Anthropic, uma revolução silenciosa chamada Claude Code acaba de capturar 54% do mercado de desenvolvimento, reescrevendo as regras do jogo tecnológico.
Esqueça o patriotismo cultural. A batalha do streaming no Brasil é uma briga de foice no escuro, onde ter a maior biblioteca de novelas pode não ser suficiente para deter a hemorragia de caixa imposta pelo Vale do Silício.
Esqueça a batalha por assinantes globais. Nos corredores do Jardim Botânico, a ordem é outra: dominar o tempo de tela nacional com uma mistura explosiva de melodrama, futebol e vigilância 24 horas.
Quando o aplicativo do maior banco estatal trava, não é apenas um inconveniente técnico. É a prova cabal de que a sociedade sem dinheiro vivo está sendo construída sobre alicerces de areia.
Quando um youtuber faz mais pela regulação digital que o Congresso, temos um problema. A 'Lei Felca' promete limpar o mercado de jogos, mas será que Brasília entende a diferença entre DLC e caça-níquel?
Esqueça o artista de rua com as mãos sujas de grafite. A obsessão por criar caricaturas via IA revela um narcisismo higienizado, onde preferimos a validação de um algoritmo à crueza de um olhar humano.
Esqueça os benchmarks técnicos e a largura de banda. A chegada do Grok é a jogada final de um bilionário que se sentiu traído pela própria criatura que ajudou a moldar.
A máquina de hype sul-coreana já está aquecendo os motores, mas os vazamentos apontam para uma verdade incômoda: talvez tenhamos atingido o teto de vidro do smartphone. Estamos comprando futuro ou apenas marketing?
Enquanto você maratona novelas antigas, o Jardim Botânico opera uma transformação silenciosa. A Globo deixou de ser uma emissora de TV para virar uma gigante de dados — e nós somos o produto.
Oito anos no mobile equivalem a séculos na Terra. O jogo da Supercell desafia a lógica da obsolescência, mas será lealdade ou Síndrome de Estocolmo digital? Abrimos a caixa preta.
Esqueça a versão oficial sobre 'picos de tráfego'. Quem conhece o cheiro de silício queimado sabe: a praça pública digital está sendo segurada por fita adesiva e orações.
Quando o disjuntor foi desligado, esperávamos o escuro. Recebemos, em troca, o ruído ensurdecedor de mil tribos se dispersando. O bloqueio não provou a força da lei, mas a liquidez incontrolável da internet.
Ele passou a vida alertando sobre distopias tecnológicas. Agora, é o protagonista de uma. A ressurreição digital de Ray Douglas não é apenas um milagre técnico; é um aviso sobre quem detém os direitos autorais da nossa memória.
Minhas fontes em Cupertino estão inquietas. Entre um chip de 2nm que custa uma fortuna e uma estratégia de lançamento inédita que pode dividir a base de fãs, a Apple prepara sua maior aposta silenciosa.