Esqueça a sorte ou o destino. O toque mais temido da televisão brasileira não é um elemento surpresa, mas uma ferramenta cirúrgica de correção de rota quando a audiência boceja.
Ele ganhou a prova, mas perdeu o público. Uma autópsia de como a edição tenta (desesperadamente) fabricar um herói onde só existe vácuo.
Esqueça a sorte ou o carisma espontâneo. A ascensão de Pedro antes mesmo do 'play' não é um fenômeno de fã-clube, é um case de engenharia de tráfego que nos faz de tolos.