Durante décadas, tirar a carteira de motorista no Brasil exigiu meses de suor assalariado. Agora, uma mudança drástica ameaça desmantelar este oligopólio invisível.
Enquanto o discurso oficial vende a digitalização, o cidadão gaúcho paga uma das contas mais altas do país para navegar em um sistema que parece desenhado para travar. A eficiência é refém da arrecadação?