Do pódio olímpico aos algoritmos do Spotify, a monocultura da vitória absoluta está criando uma sociedade de perdedores ansiosos. E se a verdadeira liberdade morar no segundo lugar?
A narrativa mudou: a França não é mais apenas o quintal do PSG. Mas antes de estourar o champanhe e decretar uma revolução, convém olhar os livros contábeis e a realidade tática. A competitividade tem um preço.