Esqueça as megaestrelas. A cultura de massa morreu e foi substituída por milhões de micro-ídolos de bairro digital. Bem-vindo à era onde seu vizinho é uma marca e a amizade é apenas uma métrica de conversão.
Esqueça as playlists geradas por IA. Nos bastidores de Londres a São Paulo, uma revolução silenciosa está acontecendo: a curadoria humana voltou a ser o artigo de luxo supremo no áudio.