Por trás das embalagens temáticas e do marketing nostálgico, a campanha da Copa esconde uma engenharia financeira implacável que infla as margens de lucro sob o pretexto do amor ao futebol.
Esqueça Nova York ou Los Angeles por um minuto. É em uma pequena cidade de Massachusetts que o futuro do entretenimento ao vivo e da geopolítica da bola está sendo desenhado.