Ele não apenas joga palavras ao vento; ele desenha a audiência com a mesma audácia das embaixadinhas de 99. Por que não conseguimos parar de ouvir o Capetinha?
Enquanto o mercado busca obsessivamente o próximo Neymar de 16 anos, um 'dinossauro' da bola domina as tendências. A ascensão recente de Luiz Gustavo não é apenas sobre futebol; é um manifesto contra a obsolescência programada de ídolos.
A audiência compra a pureza rural, mas o algoritmo cobra juros altos. Por que insistimos em criar heróis imaculados em reality shows apenas para assistir à sua desconstrução pública?