Não é apenas jornalismo, é biópsia social. Quando a identidade de gênero vira o sujeito principal de uma tragédia, quem realmente está sendo julgado no tribunal da opinião pública?
Não é apenas um boletim de ocorrência perdido numa gaveta. É a cadeira vazia na escola e o quarto intacto que denunciam um abismo na segurança pública do interior maranhense.