Não é sorte, é algoritmo. Por trás das luzes de neon e dos influenciadores sorridentes, esconde-se uma transferência de renda brutal que está redesenhando o consumo das famílias.
Esqueça o PIB ou a taxa Selic. O verdadeiro indicador da saúde mental e financeira do brasileiro gira numa roleta virtual, onde a promessa de riqueza instantânea substituiu o salário digno.