Quando os números gritam vitória e o campo sussurra dúvidas, o campeonato italiano nos lembra por que a bola é alérgica a previsões exatas.
Esqueça a elegância silenciosa. Aryna Sabalenka não pede licença; ela derruba a porta. Como a bielorrussa transformou o caos em hegemonia e obrigou o circuito a repensar a física do jogo.