Entre um choripán superfaturado e a melancolia de um revés no Beira-Rio, o torcedor tornou-se o principal ativo de um mercado que lucra além das quatro linhas.
Esqueça a graxa e o cheiro de pneu queimado. A categoria máxima do automobilismo virou o reality show mais lucrativo do planeta, trocando a lama por camarotes VIPs.
Esqueça o 4-4-2. Enquanto você grita gol, uma bolha financeira de SAFs e casas de apostas reescreve a identidade nacional. O futebol virou apenas um ativo de risco?