Esqueça as táticas de quadro negro por um minuto. Em Marselha, o futebol não é jogado; é sentido, gritado e, às vezes, sofrido. Mas como gerir a paixão mais volátil da França com algoritmos frios?
A narrativa mudou: a França não é mais apenas o quintal do PSG. Mas antes de estourar o champanhe e decretar uma revolução, convém olhar os livros contábeis e a realidade tática. A competitividade tem um preço.
Jogar no Principado exige uma força mental única: correr por títulos enquanto se ouve o bater de talheres na área VIP. O paradoxo do clube mais singular da Europa.