Bilhões injetados, uma vitrine brilhante e um armário de troféus europeus vazio. Por trás do marketing, as contas do PSG contam uma história bem menos glamourosa do que a Torre Eiffel sugere.
Esqueça o marketing brilhante e as collabs com a Jordan. Por trás da vitrine parisiense, há um abismo financeiro que engole estrelas e cospe frustrações. Os números não batem com a narrativa.
A narrativa mudou: a França não é mais apenas o quintal do PSG. Mas antes de estourar o champanhe e decretar uma revolução, convém olhar os livros contábeis e a realidade tática. A competitividade tem um preço.