Esqueça as planilhas do Fair Play Financeiro. O que acontece nos corredores de Valdebebas opera em uma frequência que o dinheiro do petróleo não consegue comprar. Tenho fontes que confirmam: o segredo não é o saldo bancário, é o terror psicológico institucionalizado.
Não é apenas sobre os 24 Grand Slams. É sobre como um menino de Belgrado obrigou o mundo a curvar-se diante de uma grandeza que, por muito tempo, nos recusamos a aceitar.
Esqueça a lógica cartesiana. No Rio de Janeiro, o rubro-negro não é apenas um time, é uma neurose coletiva onde o empate é tragédia e a vitória, mera obrigação.