Entre a euforia do acesso e a exaustão da repetição, a torcida alviverde vive um "Dejá-vu" cruel. O problema não é cair, é não saber como ficar em pé quando se levanta.
De um lado, a gestão orgânica que virou referência sem vender o escudo. Do outro, a potência global de energéticos. Esse duelo explica o futuro do nosso futebol.