Ela não joga apenas contra a adversária do outro lado da rede. Bia enfrenta a memória seletiva de uma nação que esqueceu o quão brutal é o circuito WTA.
Esqueça a elegância silenciosa. Aryna Sabalenka não pede licença; ela derruba a porta. Como a bielorrussa transformou o caos em hegemonia e obrigou o circuito a repensar a física do jogo.
Esqueça o forehand devastador. O verdadeiro jogo acontece em salas fechadas, onde agentes desenham ídolos adolescentes antes mesmo do primeiro saque. Bem-vindo à fábrica de estrelas.