O sorteio foi empurrado para quarta-feira de cinzas. Um atraso burocrático ou um intervalo perfeito para dissecarmos nossa dependência nacional da sorte?
Bilhões em investimentos, maquetes futuristas no Porto do Pecém e um slogan que vende bem em Davos. Mas a poucos quilômetros dos holofotes, a revolução do Hidrogênio Verde tem gosto de terra seca e cheiro de expropriação.
Prometeram que o botijão caberia no orçamento, mas esqueceram de avisar quem paga a diferença. Spoiler: é você, na bomba de gasolina ou na prateleira do supermercado.