Esqueça a narrativa romântica do diploma na parede. O que resta do FIES é um cemitério de nomes sujos, mensalidades inflacionadas e um lucro obsceno para grandes conglomerados. Quem paga a conta?
Esqueça as fotos sorridentes das propagandas governamentais. Vinte anos depois, é hora de olhar os recibos: o programa democratizou o acesso ou apenas financiou gigantes da educação privada com isenções fiscais?