Enquanto celebramos números recordes de bolsas, ignoramos a bomba-relógio: bilhões em isenção fiscal para alimentar conglomerados educacionais, diplomas de valor duvidoso e uma geração endividada sem emprego.
Esqueça as fotos sorridentes das propagandas governamentais. Vinte anos depois, é hora de olhar os recibos: o programa democratizou o acesso ou apenas financiou gigantes da educação privada com isenções fiscais?
Venderam a ideia de que a assinatura em um contrato era o passaporte para a classe média. Anos depois, o diploma está na parede, mas o oficial de justiça está na porta.
A lista saiu e o servidor travou. Enquanto famílias celebram o ingresso na 'elite' do ensino público, nós perguntamos: o diploma técnico ainda é um passaporte para a ascensão social ou apenas um bote salva-vidas melhorado?