Ele não venceu apenas Federer e Nadal; ele venceu a biologia e a necessidade de ser amado. Mergulho na psique do campeão mais polarizador e dominante que as quadras já viram.
Ele venceu tudo, quebrou a banca e superou os deuses do Olimpo, mas continua sendo o vilão em sua própria cinebiografia. Por que a perfeição mecânica de Nole incomoda tanto?
Ele herdou o talento de quem lhe tirou tudo. Agora, no Botafogo, Bruninho Samudio tenta o impossível: reescrever um sobrenome manchado de sangue com as próprias luvas.
Enquanto a taça é levantada e os contratos milionários são assinados, milhares de jovens encaram o abismo do dia seguinte. Bem-vindo à máquina de moer sonhos.