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Você digitou o código, viu o preço despencar e sentiu o doce gosto da vitória. Mas e se a verdadeira barganha não for o desconto que você levou, e sim você?
Esqueça o ouro nas paredes. O verdadeiro poder do hotel mais luxuoso de Dubai opera nas sombras, calibrando os algoritmos de consumo do mercado global.
Você acha que a compra de clubes é apenas sobre futebol? Uma operação bilionária acaba de ser costurada nos bastidores, e o nome na mesa não é de um sheik.
Esqueça o monopólio confortável de antigamente. Com direitos pulverizados e a sombra da pirataria, o serviço da Globo precisou adotar uma tática de guerrilha para manter seus assinantes no jogo.
A Receita Federal promete um processo 'em um clique', mas o analista atento vê outra coisa: um Panóptico fiscal onde a declaração pré-preenchida é, na verdade, uma armadilha de conformidade.
Planilhas aceitam tudo, mas o bolso do contribuinte tem limites. Por que a obsessão governamental por elevar alíquotas quase sempre resulta em estagnação, fuga de capitais e, ironicamente, cofres vazios?
Enquanto o país prende a respiração diante de seis dezenas, a matemática sussurra uma verdade incômoda: a loteria não é um jogo de sorte, é um mecanismo de transferência de renda dos desesperados para o Estado.
Esqueça a narrativa romântica do diploma na parede. O que resta do FIES é um cemitério de nomes sujos, mensalidades inflacionadas e um lucro obsceno para grandes conglomerados. Quem paga a conta?
Esqueça a narrativa do jovem de moletom no Vale do Silício. Por trás do Digimais, há uma dança complexa entre tradição bancária, impérios midiáticos e a luta sangrenta por nichos que ninguém mais quer.
Esqueça a imagem do "banco de todos os brasileiros". A Caixa Econômica Federal é, antes de tudo, o braço armado do Planalto para injetar liquidez quando a popularidade cai.
Não é sorte, é algoritmo. Por trás das luzes de neon e dos influenciadores sorridentes, esconde-se uma transferência de renda brutal que está redesenhando o consumo das famílias.
Esqueça a narrativa oficial de auxílio extra. Entre calendários defasados e a inflação do supermercado, o abono salarial tornou-se um empréstimo sem juros que o trabalhador faz ao Estado.
Enquanto a Sapucaí brilha, os balanços financeiros operam nas sombras. O Carnaval de 2026 bate recordes de receita, mas quem realmente lucra com a festa mais cara do planeta? Spoiler: não é a comunidade.
Enquanto a Faria Lima estoura champanhe com os dividendos, nós abrimos as notas de rodapé. O lucro é real, mas o custo do crédito e o risco da 'canetada' contam outra história.
Esqueça os gráficos técnicos. A montanha-russa da VALE3 não é apenas sobre a demanda chinesa; é o sintoma febril de um Brasil preso entre cicatrizes ambientais impagáveis e a eterna tentação da intervenção estatal.
Enquanto os estúdios estouram o champanhe com os números de estreia, uma análise fria das planilhas revela uma indústria que caminha sonâmbula para o abismo.
Esqueça os três pontos. O duelo deste sábado é um sismógrafo da crise da Volkswagen e dos limites do modelo de 'trading' do BVB. Quem paga a conta quando a música para?
Enquanto os relatórios trimestrais celebram dividendos recordes, o interior do Brasil escolhe entre comer ou manter a geladeira ligada. O monopólio natural virou um calvário artificial?
Enquanto Wall Street brinda o superávit fiscal de Milei com champanhe, as panelas vazias na periferia de Buenos Aires emitem um som que os gráficos macroeconômicos tentam abafar.
Enquanto o IPCA corrói o salário, as filas nas lotéricas aumentam. Investigação sobre como a Caixa monetiza a desesperança nacional através de uma matemática cruel.