Enquanto celebramos números recordes de bolsas, ignoramos a bomba-relógio: bilhões em isenção fiscal para alimentar conglomerados educacionais, diplomas de valor duvidoso e uma geração endividada sem emprego.
Venderam a ideia de que a assinatura em um contrato era o passaporte para a classe média. Anos depois, o diploma está na parede, mas o oficial de justiça está na porta.
Esqueça a meritocracia de planilha. Entre notas de corte que dançam e madrugadas de ansiedade, o sistema unificado virou um jogo de pôquer onde a estratégia vale tanto quanto o estudo.